domingo, 24 de abril de 2011

PreVue: Novo conceito de ultrassom

 Olá!
 Este é o post que escreverei sobre a minha apresentação da G1.

 Falarei sobre preVue.


 Esta cinta é um produto conceito, porém há quem diga que mereça um "Australian design award".

 Este produto está sendo feito pela estudante de design, Melody shiue, formada pela universidade de nova gales do sul.
 É formado por um ultrassom na base para pegar a imagem do bebê dentro da barriga da mãe e transmití-lo até a camada de silicone, onde a mãe pode apreciar a imagem feita de seu filho.



 A ideia principal desse conceito é fazer com que os pais do bebê o conheçam mesmo antes de nascer, interagindo, vendo-o crescer permitindo aos pais conhecer a personalidade do seu filho.
Pelas pesquisas da universidade a ligação entre mãe-e-filho é muito importante, e o quanto mais cedo melhor, o que pode levar a criança a ter uma melhor saúde quando nascer. Além de dar uma oportunidade ao pai de ter uma melhor ideia de como está o filho dentro da barriga da mãe.
 Pode-se, também, aproveitar o uso periódico do produto para poder evitar alguma doença ou algo do gênero e poder ter o devido tratamento o mais cedo possível, sem que haja o incômodo da mãe, algumas vezes debilitada e com dificuldade de andar, para sair e ir até o médico ou hospital para ter o exame feito.
 O preVue também sugere algumas recomendações. Estudos mostram que o bebê começa a aprender, dentro da barriga, com 5 meses de vida, mais ou menos na 18˚ semana, incluindo a diferenciar a voz da própria mãe. Por isso a mãe é incentivada a cantar músicas para a criança.

 Há, porém, alguns detalhes que não me agradam muito. Esse produto, apesar do objetivo principal, será usado apenas em casa, em momentos de descanso. Já há o incomodo do peso do bebê, não tem como ter mais um peso para carregar. Além também de ser algo íntimo. (Imagina só: uma família inteira em cima da mãe, já estressada, querendo ver o filho).


 A ligação materna com o filho não é necessariamente feita pelo sentido da visão. Acredito que já há essa ligação naturalmente, influenciada pela audição, da mãe cantando para o filho, pedindo, ou implorando, para ele se acalmar e parar de chutar a barriga ou coisas do gênero. Além de que, opinião pessoal, é legal quando há a expectativa de como será que a criança vai ser quando nascer. Não vejo como conhecer a personalidade do filho pela cinta. A mãe irá vê-lo bocejar, dormir e rolar, basicamente. Acredito que para se formar uma personalidade deve ter um mínimo de influência externa.

 Ainda fico em dúvida em um pequeno detalhe, a mais importante, acho. Pesquisei para ver se poderia haver algum efeito de ultrassom na criança, o máximo que achei foi que "até hoje nenhum efeito biológico significativo foi confirmado". Me preocupo na seguinte ideia: essa afirmação foi feita sobre os exames periódicos de pouco tempo de duração, cada. Será que essa mesma resposta se aplica a esse produto? O bebê, em formação, ficaria exposto um tempo maior sobre o efeito do ultrassom da cinta. Não poderia causar algum efeito posterior?


 Bem, esse foi o tema da minha G1. Apesar de algumas críticas eu gostei da ideia do produto.
Acredito que por hoje seja só. Até o próximo post!
o//

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Frankstein dos eletronicos

Olá!
Estou de volta e mostrarei umas brincadeiras que fiz em aula.
O que fizemos foi basicamente pegar aparelhos quebrados, ou que ninguém mais queria usar, abri-los e usar os circuitos q ainda funcionavam nele!

Foi bem divertido por sinal! (sugiro fortemente que façam isso também!)


Esse primeiro experimento foi uma caixa de som, estava funcionando perfeitamente, que me foi dada!
   O que fiz foi muito simples. Eu a abri, tirei o fio da tomada e com uma bateria de carregador de celular, desencapada na ponta do fio, enviando a energia necessaria...
   Fiz o teste com o plug do audio no meu laptop, para ver se funcionava direito. FUNCIONOU!
(obs.: não brinquem d+ com o fio da tomada direto na LED... Ela pode queimar; experiência própria.)
   Tenho certeza que nos próximos experimentos eu vou pegar o potenciomentro e o "on/off" para montar algo diferente!



Em outro experimento parecido foi feito apenas com o alto-falante da caixa de som.


 Neste caso eu apenas conectei o fio da tomada nos conectores do auto-falante... Deu um efeito de interferência, mais ou menos quando ligam p/seu celular e ele está perto do rádio ligado. Lembra, bem de longe... hahaha...

Houveram outras experiências com uma LED vermelha, parecida com a LED verde da caixa de som, mas esta queimou antes que eu pudesse tirar qualquer foto! O.o"

Divirtam-se abrindo uma gaveta de CDplayer!


É em legal brincar com os motores! tanto o que vai para frente e para tras quando o q faz o CD girar!

E por último um vídeo da tela de um MP3, que era da minha mãe, que brilha!
mas queimou também, só deu p/filmar uma vez... Sério, eu tenho um problema com essas coisas! Eu toco e elas queimam!

 




Bem realmente hoje acaba por aqui!
Apresentei basicamente as minhas brincadeiras feitas em sala de aula abrindo e descobrindo coisas novas! ;D

Amplexos para vocês!

sábado, 19 de março de 2011

Design emocional

Olá! Bien venidos! ;D

Existe algo mais tocante que o Design Emocional? :/
Pois bem...

Essa área de design é conhecida por fornecer um laço, um vínculo, entre o objeto e o consumidor. Por lembranças antigas, uma forma marcante, um cheiro específico e várias outras coisas! 8D
E para poder se formar esses laços há um estudo de: cor, forma, usabilidade, material, “ambientalização”, usos (in)esperados, ergonomia...

O design emocional poder servir para várias funções como:
Mudanças de hábitos; união e integração interpessoal; Aconchego ou apenas puro prazer de diversão! :3





(Um vídeo da Fun Theory, uma iniciativa da Volkswagen)

(Criado pela empresa Animi causa, 120 bolas macias que podem se tornar em um colchão, cadeira ou em várias outras coisas)

E quando você está querendo passar AQUELE sentimento para a pessoa com quem você está falando pela internet? :/
Normalmente é usado um emoticon... Essas carinhas divertidas que estou usando pelo post. ;D
Para responder a essa questão, usando o emotional design, foi criado uma tablet onde você escolhe a carinha, aperta, e envia via mensagem, feito pela empresa Bajca, que ganhou o premio Product Design Award 2011. 8D
A tablet tem 3 modelos diferentes e oferece 16 emoticons, cada: Art (usado para o messenger), Chat ( compatível com MAC e skype) e o Text ( feito para todos os sistemas operacionais e softwares).
São vendidos também emoticons avulsos e bijuterias, como anéis, pulseiras e cordões, com emoticons presos (+ uma pinça para poder trocar os emoticons com os da tablet, caso queira).
Esse sistema de comunicação aumenta da velocidade de escrita quando se quer por algum “sentimento” ao texto, já que não precisa digitar a carinha desejada, mesmo que tenha algum atalho no Messenger.

Particularmente eu acho esse sistema mais divertido do que meramente funcional, já que prefiro digitar o emoticon. Não vejo uma área de uso permanente. Uma empresa ou algo do gênero.
Não que eu não ache esse sistema interessante, ele é bem legal para o seu propósito. Com certeza há pessoas que o usam, por ser bem divertido.

Bem, este foi mais um post do “Geek... será?”! ;D
(Não posso terminar esse post simplesmente sem usar um emoticon, não?)

Nos veremos na próxima semana!

domingo, 13 de março de 2011

Tecnologias hápticas

Olá!
Bem vindo ao novo blog “Geek... será?”!
Este blog será destinado as notícias de design, novas tecnologias e afins...

Neste post falarei sobre os efeitos do design e as tecnologias sobre os sentidos, mais especificamente sobre os sistemas hápticos. Essa tecnologia pode ativar os 5 sentidos do corpo humano: O tato, olfato, audição visão e paladar. Isso por que há um feedback ativo, ou seja, você toca em uma tela e sente a superfície de uma pedra, por exemplo.

Esta área de estudo está crescendo e um dos pontos que me chamam muito a atenção é como isso pode ajudar pessoas com deficiência visual, por exemplo. Já que, mesmo que a pessoa percorra sempre o mesmo caminho, nada impede que possa haver algum imprevisto no meio do caminho, como um bueiro aberto. Esses equipamentos que tem a função de ajudar alguém são chamados de tecnologias assistivas (TA), que no caso enviam algum sinal sonoro e/ou tátil ao usuário.

As pessoas com deficiência visual dependem, principalmente, do tato para poder identificar alguma coisa ou até para se localizar no espaço, o que ajuda muito no manuseio dos equipamentos hápticos. Nesse contexto há wearable computing, que é usado para “scannear” dados externos, do ambiente, sendo usado juntamente a sistemas de auxílio a navegação (SAN), como um GPS. Podendo, então, dar uma maior autonomia às pessoas com necessidades diferenciadas.

Uma tecnologia que mistura os sentidos da audição e tato é a melhor opção para os deficientes visuais, já que emitem algum tipo de som e vibração para enviar algum tipo de informação para o usuário.
Nessa área de estudo foi feito o “Virtual White Cane”, está sendo estudada pelo Professor Roberto Manduchi, um professor assistente e seus alunos na universidade UC Santa Cruz em Nova York.
Esta “bengala virtual” combina lasers, camera digital e um processador interno que analizam e enviam dados do ambente enquanto o usuário caminha movendo-a para frente e para trás. Manduchi fala que a cada passo que a pessoa dá é emitido um som diferente para poder indicar um meio-fio ou até um buraco na rua. Está sendo estudado também bengalas com telas de ecrã sensíveis ao toque, que emitem impulsos elétricos – sinal hápitico primitivos - formando a linguagem em braile.


Ao contrário de novas tecnologias voltadas para o bem estar ou apenas o simples prazer e diversão das pessoas está crescendo cada e vez mais, e chamando mais atenção, as tecnologias assistivas. Estas podem ser usadas em várias áreas, como em outros tipos de doenças para poder dar um melhor estilo e vida e facilidade nas tarefas consideradas normais para o dia-a-dia.